Exames oftalmológicos
A Oculare Oftalmologia utiliza uma ampla estrutura para realizar diversos exames oftalmológicos. Além disso, a clínica atualiza constantemente seus equipamentos, a fim de oferecer um diagnóstico cada vez mais preciso a seus pacientes.
Todos os exames
Avaliação da visão cromática
Avaliação das vias lacrimais
Estudo da película lacrimal
Biometria por interferometria (IOL Master)
Campimetria visual computadorizada
Humphrey acromático
Humphrey blue-yellow
Ceratoscopia computadorizada (topografia de córnea)
Curva tensional diária
Eletrofisiologia ocula
Eletrooculograma
Eletrorretinograma
Potencial visual evocado
Gonioscopia
Galilei (tomografia de córnea)
Mapeamento de retina
Microscopia especular
Cirrus 3D OCT
Tomografia de coerência óptica do segmento anterior
Tomografia de coerência óptica do segmento posterior
Paquimetria ultrassônica
Teste de sobrecarga hídrica
Ultrassonografia ocular
Visucan (retinografia)
Autofluorescência
Densidade de pigmento macular
Estereofotografia de discos ópticos
Retinografia “red-free”
Retinografia colorida ou monocromática
Estereofoto de papila
Avaliação do senso cromático
Os profissionais utilizam a avaliação da visão cromática para determinar a capacidade de uma pessoa em distinguir e identificar diferentes cores. Para este fim, este exame geralmente realiza testes padronizados que apresentam uma variedade de cores em diferentes arranjos e padrões. Por exemplo, esses testes podem exigir que a pessoa identifique números ou formas escondidos em padrões coloridos, ordene cores em uma escala específica, ou diferencie entre cores sutis.
Um dos testes mais comuns é o teste de Ishihara, que contém uma série de placas com pontos coloridos que formam números ou formas. Pessoas com visão cromática normal veem esses números ou formas. Em contrapartida, para aqueles com deficiência, eles acham os números ou formas difíceis ou impossíveis de identificar.


Avaliação das vias lacrimais
A avaliação das vias lacrimais é um procedimento médico realizado para avaliar a função e a anatomia das estruturas responsáveis pela produção, drenagem e distribuição das lágrimas nos olhos. Por esta razão, este procedimento é frequentemente realizado para diagnosticar e tratar problemas relacionados às lágrimas, tais como olhos secos ou excessivamente lacrimejantes.
Biometria por interferometria
A biometria por interferometria é um exame utilizado para medir parâmetros biométricos do olho, como o comprimento axial, a curvatura da córnea e a profundidade da câmara anterior, utilizando princípios de interferometria óptica.
Para realizar esta medição, neste procedimento, um feixe de luz é direcionado para o olho e, em seguida, é medido o padrão de interferência resultante da interação entre esse feixe de luz e as estruturas oculares. Dessa forma, a partir desse padrão de interferência, é possível extrair informações precisas sobre as características do olho.


Campimetria visual computadorizada
Os exames de campimetria visual computadorizada avaliam a sensibilidade e o campo visual de uma pessoa. Por isso, oftalmologistas realizam frequentemente este teste para detectar e monitorar condições que afetam a visão periférica, como glaucoma, doenças neurológicas e lesões no nervo óptico.
Para realizar este exame, a equipe posiciona o paciente em frente a um equipamento especializado, como um campímetro automatizado. O paciente fixa o olhar em um ponto central enquanto o equipamento apresenta flashes de luz de diferentes intensidades em várias posições do campo visual. O paciente responde indicando quando percebe os flashes de luz, geralmente pressionando um botão.
Ceratoscopia computadorizada (topografia de córnea)
Os exames de ceratoscopia computadorizada, também conhecidos como topografia de córnea, utilizam tecnologia computadorizada para mapear a curvatura e a superfície da córnea. Em outras palavras, este exame fornece informações detalhadas sobre a forma da córnea, incluindo irregularidades e distorções que podem afetar a visão.
Para realizar essa análise, a equipe posiciona o paciente em frente a um equipamento especializado, que usa um feixe de luz para projetar anéis concêntricos na córnea. Um sensor de câmera captura imagens da reflexão desses anéis na córnea, e em seguida, um software computadorizado analisa essas imagens para calcular a curvatura corneana em diferentes pontos da superfície.


Curva tensional diária
A curva tensional diária monitora a pressão intraocular (PIO) ao longo do dia. Assim, o procedimento auxilia frequentemente no diagnóstico e no monitoramento de condições como o glaucoma, uma doença ocular que se caracteriza pelo aumento da pressão dentro do olho e pode levar a danos no nervo óptico e perda de visão.
Para realizar esse monitoramento, o técnico mede a pressão intraocular em intervalos regulares ao longo do dia, geralmente a cada duas horas, utilizando um tonômetro de aplanação ou um tonômetro de sopro. Durante o teste, o técnico instrui o paciente a manter suas atividades diárias normais, enquanto a equipe registra as medidas da pressão intraocular.
Eletrofisiologia ocular
A eletrofisiologia ocular, um campo da oftalmologia, estuda a função elétrica das células e tecidos oculares, incluindo a retina e o nervo óptico. Em essência, este ramo utiliza técnicas eletrofisiológicas para avaliar a atividade elétrica que o sistema visual gera em resposta a estímulos visuais específicos.
Entre as técnicas mais utilizadas está a eletroretinografia (ERG), um dos principais testes de eletrofisiologia ocular, que registra as correntes elétricas que as células fotorreceptoras e os neurônios da retina geram em resposta a flashes de luz. Dessa forma, este teste fornece informações valiosas sobre a função da retina e auxilia no diagnóstico e no monitoramento de uma variedade de distúrbios oculares, como retinopatia diabética, degeneração macular, retinite pigmentosa e distrofias retinianas.


Galilei (tomografia de córnea)
O Galilei é um dispositivo de tomografia de córnea e segmento anterior utilizado na oftalmologia para avaliar a estrutura tridimensional da córnea, a frente e o segmento anterior do olho. Tal capacidade de avaliação detalhada é alcançada porque ele combina duas tecnologias principais: a tomografia de coerência óptica (OCT) e a topografia de Scheimpflug.
Mapeamento de retina
O mapeamento de retina é um procedimento oftalmológico que utiliza tecnologia avançada para obter imagens detalhadas da retina, a camada sensível à luz localizada na parte posterior do olho. Por essa razão, este procedimento é crucial para o diagnóstico e o monitoramento de uma variedade de condições oculares, incluindo doenças da retina, como retinopatia diabética, degeneração macular, descolamento de retina e retinite pigmentosa.


Microscopia especular
A microscopia especular é uma técnica oftalmológica utilizada para avaliar as células endoteliais da córnea, camada mais interna do tecido corneano. Para isso, essa técnica é realizada utilizando um microscópio especializado chamado microscópio especular de não contato.
Durante o exame, o paciente é posicionado em frente ao microscópio especular, e uma imagem da camada endotelial da córnea é capturada usando uma fonte de luz e uma câmera de alta resolução. Consequentemente, esta imagem permite uma visualização clara e detalhada das células endoteliais.
Visucan (retinografia)
A retinografia é um procedimento oftalmológico que envolve a captura de imagens da retina. De fato, essas imagens são obtidas por meio de diferentes modalidades, como fotografia de retina convencional, angiografia fluoresceínica e tomografia de coerência óptica (OCT).


Cirrus 3D OCT
O Cirrus 3D OCT, um dispositivo de tomografia de coerência óptica (OCT), obtém imagens detalhadas da retina e do nervo óptico na oftalmologia. Essa é uma técnica de imagem não invasiva que utiliza luz para produzir imagens em alta resolução das estruturas oculares, o que permite uma visualização detalhada das camadas da retina e do nervo óptico.
Utilizando essa capacidade, o Cirrus 3D OCT realiza varreduras tridimensionais da retina, fornecendo informações precisas sobre a espessura da retina, a integridade das camadas retinianas e a morfologia do nervo óptico. Como consequência, isso auxilia no diagnóstico e no acompanhamento de uma variedade de condições oculares, como degeneração macular, edema macular, glaucoma, retinopatia diabética e descolamento de retina.